Batata com Cachorro

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Resenha – ROBOCOP (remake) -um spoiler ou outro-

Olá! Eu sou o Marcus RF e esse é meu primeiro post aqui no blog! Mas provavelmente cê já me viu no Fodaci NEWS, ou então me ouviu rindo escandalosamente e falando “genial” trocentas vezes no Batata com Cachorro, ou no Bananas automáticas. Enfim, vamos ao que interessa.

Bom, finalmente pude ver o novo TiraRobô. E eu não irei mentir, estava ansioso para tal… Eu já tinha visto o primeiro umas 2 vezes, e eu gosto do Padilha como diretor!

O POST TA LONGO PRA CACETE, ENTÃO CLICA AÍ NO CONTINUAR LENDO, CARA.

O filme ja começa com uma adaptação. Não há noticiários para nos deixar no clima da época, e sim, apenas um programa sensacionalista apresentado pelo Samuel Filho de Macaco (crédito aos De Paula, pela piada). Muito boa adaptação, aliás! Mostra muito bem a manipulação da mídia, e ele sendo extremamente partidário ao lado dos robôs.

Enfim, continuando… No início, a questão principal era poder levar de alguma forma, os robôs armados, para os EUA, algo que era ilegal, anteriormente. Então para tal, o Michael Keaton (O Steve Jobs da parada) pensou em uma máquina-homem, mas o homem em controle da máquina, dando um (falso, mas depois eu falo disso) livre-arbítrio para o cara! Eles então chamaram o pessoal da área das próteses na OCP para ajudar a desenvolver um ciborgue.

Okay! Agora só faltava o tal policial. Alex Murphy (la vai outra adaptação) que ja era antigo na polícia de Detroit, estava trabalhando em um caso de tráfico de armas por policias corruptos (RoboBope?) com seu parceiro não tão mulher assim (pelo menos eles mantiveram o nome Lewis). Os tais polícias envolvidos no crime ja estavam putos com o Murphy e decidiram acabar com ele, implantando uma bomba no carro dele logo quando ele ia fazer um amor gostoso com a mulher.

BOOM! Temos agora uma maçaroca de carne (a imagem é realmente chocante, até) para ser posta dentro de uma máquina. Ja falei o suficiente, agora vamos para o que eu achei.

Olha, eu particularmente gosto de violência em filme, e isso que me deixou grilado, pelo filme ser censura PG-13 (aqui no Brasil 12 años). Porém, eu não senti falta, tanto porque existem cenas um tanto quanto chocantes, não de violência, mas de um certo gore. E isso ta joia!

Outra coisa que antes ver o filme eu estava com um certo preconceito era o fato do Robocop parecer usar uma armadura, e não ser um verdadeiro robô. Porém ao decorrer do filme você esquece disso, e eu logo irei dizer porquê.

No início de sua vida de Robocop, a armadura é aquela classicona, que realmente parece um robô. Depois, o Steve Jobs, digo, o personagem do Michael Keaton, diz para eles fazerem algo mais moderno, e preto. E por mais que eu não tenha gostado, o filme te convence que ali de fato é um robô. Eles desmontam tudo na sua frente, mostrando apenas o que restou do Alexin Murphete (tadinho).

Você sente uma agonia quando aparece apenas a cabeça (o cérebro, óbvio, a mostra), o pulmão dele, e uma mão, suspensos por cabos, sem a armadura. E ele constrói seu pensamento de que Alex Murphy agora de fato é o ROCOBOP, digo, ROBOCOP.

Outra coisa que eu tinha lido por aí, era que no início, Alex Murphy estaria em controle da máquina, e depois haveria uma robotização (algo que não acontece no original). No filme é exatamente assim que acontece… Na real, ele não está no controle total, e aí que entra um ponto filosófico interessante: o falso livre-arbítrio.

Depois de um certos ajustes, no tal robozão daora, o Alex Murphy ACHA que toma as decisões… Porém, a máquina controla os movimentos, para não haver hesitação na hora do ato (o que mostra acontecendo antes dos ajustes). E isso é interessante pelo fato de mostrar o falso livre-arbítrio, algo que temos na sociedade de hoje em dia, e isso captura também do original… a sátira da sociedade da época.

Depois, por uma certa desobediência de Murphy, eles tiram quase todo o nível de dopamina de Alex Murphy, que agora está todo tomado pela máquina. Cara. Sério. Genial. Eu realmente achei muito bom! O fato do livre-arbítrio, depois arbítrio nenhum, foi sensacional…

E é claro, depois, ele volta ao seu consciente normal. Eu não irei falar mais do filme, como incentivo para que você veja.

Agora, o veredito final… Levando em conta que é um remake, eu vou dividir minha nota em duas partes: Como filme, e como remake.

Como filme eu dou 8,5. Eu achei um ótimo filme! Mesmo. Divertido, bem dirigido, dinâmico, eu realmente achei muito bom.

E como remake eu dou 7. Um bom remake, CHEIO de adaptações, mas que foram necessárias para a trama. Porém, eu acho que perdeu-se o fato da Detroit está completamente destruída, por conta da violência, que era algo que eu gostava bastante no primeiro filme… Além é claro que por mais que mostre como a OCP é gigante (cheio de departamentos, etc), poderia ter mostrado muito mais dela, como no primeiro filme.

Então é isso! Vá ver o filme, e adióz!

0 comments for “Resenha – ROBOCOP (remake) -um spoiler ou outro-

  1. PEPSI COLA VIOLENTA
    14/03/2014 at 20:59

    NAO GOSTEI MALDITO HIPPIE COMUNISTA

    • marcusrf42
      14/03/2014 at 21:02

      UAHAUAHAUAH, reconheci pelo e-mail, seu soviético fdp.

  2. 14/03/2014 at 21:59

    Bom texto, Marquinhos! Mas não me convenceu a ir ao cinema, vou esperar sair na locadora do Paulo Coelho HIAUHIUAHIUAHIUAHIUAHIUAHIAU

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